Abundância – Duas Maneiras de Entrar no Fluxo

Sou meio metódica (muito) e adoro series de TV. Quando comecei a escrever sobre abundância, numerei como uma série. A primeira temporada foi até o 7o. episódio.

Na segunda temporada, parei de numerar porque o tema no título fazia mais sentido que o número. Percebi que o próprio fato de contar já me afasta da real vibração de abundância. Ainda não consegui realmente deixar de contar: esse é o terceiro episódio depois do Abundância – Corrente do bem e o Abundância – Identificar, reconhecer, agradecer!.

Estou escrevendo sobre abundância na semana do desapego, com cerca de oito rascunhos na fila de publicação porque, simplesmente voltei para esse fluxo! Olhando agora e lembrando de quando fiz meu primeiro vídeo, de quando ganhei o ingresso para o HPA, fiquei tentando lembrar quando foi que saí…

Melhor focar minha atenção ao que me trouxe de volta, para esse estado de flow, e sem dúvida foi a energia do desapego. Quando começa a acontecer muita coisa ao mesmo tempo na minha vida, minha reação natural é medo, vontade de fazer uma agenda detalhada e planejadíssima para não perder nada (vibrando escassez). A minha necessidade de controle ocupa todos os espaços e o que acontece é que não sobra espaço para nada que não foi planejado.

Sabe quando o inesperado é muito bom, e surpreendente, e melhor do que você poderia planejar, e INESPERADO?! Bom, ele não ocorre quando eu quero que tudo ocorra do meu jeito e me planejar com 99,9% de precisão para que nada dê “errado”.

Eu sei disso, mas não é meu comportamento natural deixar que as coisas simplesmente aconteçam, então requer um esforço bem grande deixar aqueles 50% a cargo do universo. Por isso, percebo que até que se torne rotina, vou precisar fazer esse mega esforço, de tempos em tempos, para voltar ao fluxo. Devido ao hábito de anos, meu comportamento natural é não ser natural…

É muito contraditório ter que fazer muita força para parar de fazer força

Da última vez, consegui esse fluxo dizendo SIM! Me propus a topar e dizer sim para todas as oportunidades que aparecessem. Essa forma foi mais consciente do que agora. Agora foi o desapego que me trouxe de volta ao fluxo da abundância. Desapego das coisas, desapego da ideia de que eu posso/devo controlar o que acontece na minha vida e pior, na vida do outros.

Quero escrever sobre isso porque é tão difícil sair do padrão que temos. Estou com alguns dados neurocientíficos para esse comportamento. Para mim, essa explicação é fundamental no processo de desapego dos antigos padrões. E quero escrever mais sobre o que acontece quando entro nesse fluxo de abundância.

Muitas coisas para fazer sem tentar controlar (controlando menos que o hábito) me fizeram estar presente em cada momento e conseguir ver essas infinitas possibilidades que existem em cada situação, cada encontro, cada escolha. Além disso, nessa última semana, o excesso de coisas acontecendo me trouxe preenchimento ao invés de ansiedade. Qualquer coisas ou evento que eu “perdesse”, seria para estar em um lugar tão legal quanto, ou melhor.

Mudar meus planos foi mais uma aventura que uma dificuldade e encontrei pessoas lindas no caminho. Tem uns quatro eventos nesse fds, mas, até o momento, só poderei estar em um. Até o momento… quem sabe o que vai acontecer? E isso é maravilhoso!

Pra você que é meio CDF/nerd que nem eu, tô preparando um post sobre essa parte neurocientífica (de forma superficial, sem grandes expectativas e nenhuma pretensão). Enquanto isso vai treinando o desapego e diga mais SIMs. Se você entrar no fluxo sem querer – a chance é bem grande – me conta, please!!!

Beijos!

Sofia

P.S. Vou postar no Insta fotos do evento desse final de semana, que até agora, se não mudar, é o Detox de Dinheiro da Paula Abreu no Rio de Janeiro.

P.S.2 Quem me passou informações bem interessantes sobre a neurociência por trás dos nossos comportamentos foi a Mayra, minha mais nova amiga de infância que vou conhecer pessoalmente só no Detox.

P.S. Entrar no fluxo da abundância é mais ou menos como essa foto. Você tem um céu azul enquanto as outras pessoas só veem água parada. Essa fotografia incrível é do olhar abundante do fotógrafo Andre Castellan. Ele postou com o texto filosofias’s vibes:

like reflections on the page
the world’s what you create”

 

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