Amor – O encontro da escassez com a abundância

Tô achando difícil publicar esse post sem te localizar no tempo. O meu lado controlador me diz que a ordem dos fatores, nesse blog, altera o produto. Então vou fazer comentários sobre em que momento escrevi cada parte em cinza. Comecei a escrever isso ontem de manhã (que dia incrível foi ontem, cheio de sinais):

Depois escrever O poder do que é para acontecer, fiquei com a história de nascimento de Eros na cabeça porque tem a ver com o terreno das possibilidades. Com a quantidade de sincronicidades que tem acontecido a minha volta, pensar em possibilidades é o que eu mais tenho feito.

Estou seguindo os sinais, retomando contatos, aceitando os convites que recebo para qualquer coisa, mesmo que a preguiça seja grande. Sinto que tenho que receber o que está vindo. Logo eu que sempre me doei, estou percebendo que tenho que aprender a receber. Que tenho que colocar energia nos relacionamentos em que há reciprocidade. Dar foco ao fluxo de energia que está vindo na minha direção e não me conectar com os fluxos que diminuíram ou mudaram de direção.

Para contar a história de Eros, vou me inspirar nesse vídeo da Flavia Melissa:

Link: Sobre o *amor* e o significado de *amar* | Existe amor sem ser livre? | Eros, o amor e o AMAR ♡

Ela conta de um jeito tão lúdico… Mas vou dar uma resumida caso você não consiga assistir.

Há diversas versões, mas vou contar a da Flavia, que é a que eu mais gosto: Como rolava muita putaria nas festas do Olimpo, os bebês que nasciam nove meses depois da festa eram considerados filhos de quem deu a festa. Por isso, consideramos Eros, filho de Afrodite, deusa da beleza.

Pausa: Parei e tive que escrever esse Logo eu que não mantenho contato por causa de uma publicação que me levou a identificar uma dor. Continuando agora pela manhã…

Nessa festa, Afrodite esqueceu de chamar Pênia, que ficou super chateada, praticamente em estado de penúria :). Ela estava toda chateada na porta da festa, quando Poros saiu e começaram a conversar. Rolou um clima e nove meses (ou o tempo de gestação dos Deuses, sei lá) depois, nasceu Eros. Considerado filho de Afrodite por causa da festa e por seu interesse especial em tudo que é belo.

Resumindo

Então vamos lá. Escrevi isso tudo para chegar nesse ponto, que se você assistiu ao vídeo já entendeu: o amor nasceu do encontro da necessidade com a possibilidade!

De uma lado a extrema abundância, de outro a falta de tudo. Todos nós temos isso aqui dentro. Abundância de algumas características e sentimentos e escassez de outras características e sentimentos. Em algum momento temos carências que encontram colo e as vezes não.

Isso me parece contraditório quando penso que o autoconhecimento te ajuda a lidar com esses sentimentos internamente. A resolução verdadeira para a carência não é encontrar um colo. Ou é? Esse é o amor verdadeiro? Assumir que você precisa e esperar do outro ao invés de se resolver sozinho?

Tenho trabalhado com a visão de que não, não precisamos do colo de ninguém, mas sempre me permito questionar. Eu, neste momento, estou muito certa de que quando você está em equilíbrio consegue suprir suas próprias carência SE dando atenção. O melhor colo é o seu próprio. Mas você precisa assumir para si mesmo que precisa do seu próprio colo, da sua própria atenção e SE dar essa atenção.

Para ter essa capacidade é preciso autoconhecimento. Você precisa saber o que te agrada, o que você pode se proporcionar. É se dar tempo para  fazer o que você gosta, se planejar para alcançar os seus objetivos, se presentear, principalmente com tempo. Quais são as coisas que você gosta muito, mas não se dá muito direito de fazer? Ler um livro, passear no parque, ir ao cinema, comprar uma roupa nova, pegar a estrada com a música no último volume, fazer maratona de alguma série, fazer uma corrida ao ar livre, almoçar em um lugar legal?

Essa lista é minha, mas cada um tem sua lista. Vale a pena escrevê-la!

Aí você adquire uma certa independência, se sente livre, leve e solto no mundo e quando você acha que já tá foda na skill, você passa para a próxima fase e toma um rola, sem nem saber de onde veio. Desculpe-me pela linguagem, mas nesse momento parece que não tem maneira mais verdadeira de eu explicar.

Isso é um pouco do que aconteceu quando eu identifiquei uma dorzinha ontem no meio desse post. Era carência… Mas já passou já! Confesso que parte foi porque ontem um amigo, daqueles mais distantes, me deu uma super atenção e várias dicas. Isso ajudou porque recebi atenção, mas principalmente porque me lembrou dos meus objetivos, do quanto está me dando prazer fazer as coisas por mim mesma. Vou escrever muito, ler muito, ir a eventos e… talvez fazer vídeos. Putz, identifiquei uma nova resistência (dorzinha).

Post na dorzinha! Já viu a cena do próximo capítulo né?! Daqui a pouco posto.

Beijos!

Sofia

Agora depois do almoço, revisando o texto percebi isso:

P.S. Se o amor é filho da carência, ele também é filho da parte em você que tem os recursos para suprir essa carência. Vibre na abundância!

 

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3 comentários sobre “Amor – O encontro da escassez com a abundância

  1. Meu… es muito boa no que fazes…muito direta clara e objectiva… hoje tambem tive aquela dorzinha…. putz da dorzinha… desfazer mais uma vez…e nao é que logo a seguir vem outro… o meu caminho que quero traçar sei que vai rebentar muitos botões…e realmente eu disse tenho que arranjar apoio…. deve doer menos … Quero fechar o olho e boommm já passou…já passouuu ….linda menina passas-te na prova. Nível dez o próximo. Por esse motivo eu te escrevo para te dar força de não desistires…. continua assim de algum modo sei que tenho que dar vazão as minhas dorezinhas… também vou buscar a minha time… já volto vou gritar.

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