Sincronicidade e Inspiração

Eu tenho tentado definir em que momento essa Sofia filosófica surgiu. A que se questiona sempre existiu, mas essa que acredita no que não pode provar, começou… Fico procurando… Ainda não sei. Cada característica foi em um momento.

O conceito que veio forte hoje para mim é o de sincronicidade. Tenho recebido muitas respostas por sincronicidade. Vão acontecendo coisas, as pessoas te falam de uma ideia, você vê algo escrito, sonhos… são muitos sinais antes que você realmente perceba que algo está te levando para aquela ideia ou assunto, ou decisão. Aí de repente você liga os pontos e tudo faz sentido. Tenho certeza de que esse conceito já existia na minha vida e até já sabia o significado da palavra em si, mas ele passou a existir conscientemente e eu comecei a prestar atenção nos sinais em julho de 2013. Lembro claramente de conversar com um amigo, e apesar de não me lembrar qual era a sincronicidade em questão, lembro que fez todo sentido e depois disso não pude mais deixar de percebê-la em minha vida. Foi nessa ocasião que a sincronicidade começou realmente a existir na minha vida.

Quando comecei a série sobre a abundância a minha intenção era refletir sobre todos os aspectos, mas de alguma forma as sincronicidades me levaram a falar mais sobre abundância financeira. Não vejo a hora de voltar a escrever sobre abundância de um modo geral, mas não quero ignorar os caminhos por onde a vontade de escrever tem me levado.

Estou ouvindo os sinais e sincronicidades e isso faz eu me sentir conectada a essa nova realidade onde tudo é diferente, faz sentido e me deixa inteira, completa.

Ouvir os sinais e seguir meu coração tem feito eu escrever sobre outros temas e ontem me levou a escrever sobre lei da atração e sinais do universo. Enquanto escrevia, me comprometi a comentar aqui sobre cada sinal, mesmo que pareça besta. E os sinais que recebi nas últimas semanas me pedem para focar em outro tema.

Acabei de perceber que dentro da série Abundância, já tinha mudado para esse tema no Abundância – T1E7 – Relacionamentos Amorosos. Olha que coisa doida! Como uma boa metódica em recuperação vou listar o que agora vejo como sinais para Vou nada! Vou é continuar escrevendo o que estou pensando, chega de listas, fatos e planilhas de prós e contras!

Eu ando afastada dos assuntos do coração de forma romântica há algum tempo e isso me deu perspectiva de ver os assuntos do coração de forma mais objetiva e abrangente. Tenho me sentido uma ótima conselheira. Cada dia mais pessoas me contam dos sofrimentos que têm passado e cada dia eu me sinto melhor em poder ajudar. Tento não dar soluções, mas fazer a pessoa pensar sobre o que sente, o que quer, do que está com medo e, para as pessoas que estão mais fragilizadas, tento dar apoio emocional.

Fazer isso deve ser muito comum para quem nasceu com o dom, ou é psicólogo, mãe, etc. Para mim foi como um dom que nasceu há pouco mais de um ano. Quando vi, já estava fazendo há algum tempo. Mas nunca foi natural para mim. Nunca tinha sido. Uma das minhas melhores amigas sempre disse que eu colocava tudo em uma planilha e só sabia analisar fatos, não entender emoções. Por isso sinto essa fase como parte dessa grande transformação que tenho vivido.

Mas o que isso tem a ver com sincronicidade e inspiração?

Todas as pessoa que me inspiram começaram a falar sobre o amor. As pessoas públicas, que são mais fáceis para eu comentar e algumas você até conheça, começaram a falar sobre isso meio que juntas nas últimas postagens e e-mails. O assunto veio tão forte que, o tema do vídeo ao vivo de hoje do Flavio Siqueira (que tenho assistido todo dia de manhã) é: “O amor não cabe em caixas”.

Me propus aqui nesse blog a falar da minha caminhada, minhas dúvidas, descobertas e vivências. Senti vontade de saber se fazia sentido eu falar desse tema, já que não tenho tido desafios pessoais nessa área e apenas aconselhado. Todas esses sinais me disseram que sim. Esse vídeo do Flávio em especial porque me lembra que o tema amor é muito mais abrangente do que a gente costuma lembrar ou classificar.

Os outros posts que me fizeram entender essa sincronicidade de assuntos do coração foram:

Da Paula Abreu

1 – Esse post em que ela compartilha esse video que eu já tinha assistido antes e comentado quando escrevi esse post. Pena que não coloquei o link específico do vídeo no dia 06 para mostrar que ela repostou no face dia 07/06 e que isso me pareceu um sinal :).

Acho difícil a Paula ter lido meu blog, e por isso lembrado que não postou o vídeo no face no mesmo dia que no YouTube, então vou colocar na conta da sincronicidade. (Paula Abreu, se você estiver lendo me avisa, rsrs) Além disso, já é sincronicidade suficiente o assunto ser o mesmo já que a Paula trata principalmente de carreira entre outros muitos assuntos.

2 – Metade das pessoas que me pedem conselho precisam ouvir o que está escrito nesse post porque dão muito mais do que recebem. A outra metade não consegue gostar de quem as trata bem e só se atraem por quem de certa forma, os rejeita.

Da Flavia Melissa

O sentimento que vem junto com a necessidade de conselhos amorosos é sempre o mesmo: medo. A fé de que será feliz é constantemente abalada pelo medo da perda. E esse post abaixo me lembrou de quantas vezes eu já pensei sobre isso quando sofri por amor e de quantas vezes identifiquei isso quando as pessoas me falavam o que estava acontecendo em seus relacionamentos. Vejo nitidamente o quanto as pessoas buscam a perda para ter certeza do sofrimento ao invés de se jogar na incerteza da alegria. Parece que o medo da dor é menor do que o medo de ser feliz.

Nesse outro post, embora ela esteja falando de maternidade, ela comenta “…E a minha experiência é a experiência de alguém que se perdeu demais de si mesma na busca por agradar a um outro que, hoje vejo, nunca esteve do lado de fora das minhas projeções. É muito fácil fazer coisas para agradar ao outro quando espera-se reconhecimento deste outro. E dar ao outro sem esperar nada em troca?”

Esse é um desafio que percebo nas pessoas que pedem conselhos amorosos. Como não criar expectativas? E confesso estar desenvolvendo isso agora, dando conselhos, despendendo energia para ajudar, com a clara visão de que não tenho que esperar nada em troca. Acredito que estou guardando na gavetinha do universo sim, que estou trazendo energias boas em troca, mas não posso esperar nada daquela pessoa que aconselho, essa pessoa que está em aflição naquele momento, mas que se esquecerá do sentimento de gratidão assim que o perrengue passar.

Flavio Siqueira

Post de 5 de janeiro: “…continuo crendo que o mais perto que podemos chegar do amor se expressa em indivíduos que se mobilizam em atitudes desinteressadas e pacificadoras. Creio nos pequenos gestos e na resistência cotidiana de quem não se apressa em julgamentos, mas aquieta para enxergar.”

E para que eu não me perca na vaidade desse novo dom, post no mesmo dia 05: “Há quem doa para acumular capital sobre quem recebe. Pensa que, porque deu, se apoderou da vida de quem deverá permanecer eternamente dependente da generosidade alheia. Não houve doação, foi armadilha. Mesmo em uma relação. Reconheço a importância elementar da reciprocidade, no entanto, se ela for a razão da entrega o dia da frustração provavelmente virá. A vida está cheia de exemplos de doação. A chuva, doação das nuvens, o sol, doação do espaço, o oxigênio, doação das plantas, a vida que é doação. Nossos corpos que um dia serão doados para terra e virarão outra coisa. É a lógica da vida. O que é deixará de ser para que novas realidades aconteçam.”

Além do vídeo sensacional de hoje: O amor não cabe em caixas

Concluindo

Vou parar por aqui porque assunto sobre o tema é o que não falta. O que realmente quis dizer com esse post é que mesmo eu não confiando muito na minha vontade de escrever sobre corações partidos, recebi vários sinais de que é um assunto sobre o qual devo escrever. Esse post é mais sobre sincronicidade e sobre as pessoas que tem me inspirado do que sobre amor. Se é que essas coisas não são amor em si próprias. Se você está com o coração partido, leia todos os links desse post e as próximas postagens que certamente te ajudarão.

Acabei de criar a categoria AMOR no blog, apesar de tê-lo criado com AMOR desde o começo.

Beijo no coração!

Sofia

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2 comentários sobre “Sincronicidade e Inspiração

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