Abundância – T1 – Episódio 4

Continuando…

Acabei de começar a assistir a segunda parte do video. A Flavia fala sobre um exemplo muito bom. Os pássaros na natureza constroem seus ninhos fio a fio, pedacinho a pedacinho. Quando os filhotes nascem e o ninho não é mais necessário, o passarinho não carrega o ninho nas costa para onde for pensando que é melhor guardá-lo para uma eventualidade. Ele simplesmente abandona porque não precisa mais dele. Ela complementa dizendo que não devemos ser irresponsáveis com o futuro não tendo plano de saúde, por exemplo, mas que na maioria das vezes ficamos nos preparando para situações imaginárias que nunca chegam a acontecer.

Ficar sintonizado nessas situações hipotéticas de possível necessidade, de possível falta de dinheiro, é conectar com a escassez. Pela lei da atração, a gente acaba atraindo essas necessidades.

Para sair desses “e se”s todos, estou aqui pensando em possibilidades. Eu, mesmo acreditando no conceito, não consigo simplesmente parar de pensar, da noite para o dia, que pode ser que uma coisa muito horrível aconteça e que eu precise de muito dinheiro com rapidez. Minha psicóloga chama isso de pensamento catastrófico. Eu tenho muitos. Pode parecer contraditório, mas eu não sou pessimista. Nunca acho que eles vão realmente acontecer, mas sou viciada em pensar em todas as possibilidades, inclusive a pior delas. Na parte financeira, normalmente esses pensamentos catastróficos estão ligados a emergências de saúde, o que torna mais urgente ainda eu parar de pensar/atrair essas coisas.

Eu tenho que racionalizar o “está tudo bem” e a neurolinguística concorda comigo. “Não pense numa maçã!” É o mesmo que dizer, “Pense!”. A imagem vem automaticamente. A gente não pode dar comandos negativos ao subconsciente. Então o que resolve para mim é racionalizar, mais ou menos assim: “…na pior das hipóteses eu posso pedir ajuda (isso é realmente uma coisa muito difícil para mim). Então, pensando em uma situação realmente muito grave, de vida ou morte, eu sei que posso pedir ajuda. E se eu pedir, realmente o negócio vai ser sério, então provavelmente eu não vou nem precisar pedir. Pronto, tá decidido, se eu precisar, tenho muitas pessoas (universo, obrigada por isso) para pedir ajuda.” Agora, toda vez que eu estiver quase em um pensamento catastrófico, já penso logo em pedir ajuda. Por mais que minha mente rejeite essa ideia, o importante mesmo é não passar pelos pensamentos concretos do que pode acontecer de ruim e que vai fazer eu me culpar por não ter guardado tanto quanto o tio patinhas.

Talvez eu atraia ter que pedir ajuda, mas isso nem é ruim. Eu gosto de ajudar todo mundo e as vezes fico sobre carregada. Seria uma boa lição pedir mais ajuda. Qualquer tipo de ajuda…

Continua…

 

 

 

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